Criminosos Perigosos disfarçados de “Almas Caridosas”

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Imagine um mundo em que cada indivíduo pudesse agir em conformidade as suas vontades, provavelmente a humanidade sofreria as consequências do próprio egoísmo e, talvez, até o alimento faltaria nas mesas de algumas pessoas, a julgar pelo fato de que os homens, quando não sofrem imposição de uma limitação, agem por instinto, buscando sempre aquilo que mais lhe favorece, razão pela qual tem início os conflitos de interesses e consequentemente as guerras.

Felizmente vivemos sob o manto dos regramentos sociais, jurídicos e administrativos, limites para que a razoabilidade e os interesses coletivos prevaleçam sobre os interesses particulares, contudo, mesmo com todos os avanços da Ciência Jurídica, ainda existem pessoas que caminham pela contramão e usam de meios ardilosos para exercerem vontades que não são recepcionadas pela sociedade e nem tampouco pela lei.

Caminhando pela cidade de São Paulo não há como deixar de questionar o Direito, tudo parece que está de “cabeça para baixo”, principalmente na região central, gente largada em calçadas, roubos, furtos, toxicômanos, odor de urina e fezes humanas, crianças pedindo esmolas em faróis, tudo isso sem contar que é uma cidade proibida para menores de dezoito anos, considerando que talvez seja mais fácil explicar um filme do “Corujão” que justificar algumas coisas que ocorrem a luz do dia em nossa cidade.

  • Se as leis manifestam o interesse público, então por que vivemos em uma cidade tão imoral, imunda e promíscua? A resposta é simples, as leis não estão sendo aplicadas.

Tendo como campo de amostragem a “Cracolândia”, local onde está instalada uma das maiores “boca de tráfico” da cidade, se não for a do país, perceba que é um bairro onde a maioria dos munícipes são prejudicados pelas condições insalubres e altos índices de violência consequência da inércia do poder público.

Além dos traficantes, usuários e dependentes químicos que dominaram a região, existem algumas pessoas que atuam de maneira disfarçada e maliciosa na promoção do caos, são verdadeiros “coringas” do crime, gente que prega a paz e o amor, desde que não haja intervenção do poder público no sentido de fiscalizar o cumprimento das leis que comprometa a atividade criminosa do traficante.

São pessoas que falam em Direitos Humanos, mas fingem que não enxergam o quanto o crack é mortal e são favoráveis a legalização das drogas.

Gente que prega redução de danos, mas não aceita o fim do fluxo de usuários, não apresenta e nem aceita alternativas. Ostentam uma bandeira covarde, prol igualdade de direitos, mas ignoram os direitos dos moradores que são vítimas de roubos e vivem praticamente em cárcere dentro de seus apartamentos porque moram em um bairro intransitável.

Partindo do princípio deles, falsos militantes e falsos ativistas de Direitos Humanos, fica o questionamento:

Como fica o psicológico dos moradores que não possuem nenhum vinculo com o mundo das drogas?

Crianças que estão crescendo observando gente fumando crack em cachimbos, praticando lascívia em cantos de muros, enfrentando a polícia e gritando palavrões.

Será que a Defensoria Pública não considera os moradores como seres humanos?

A Defensoria Pública aparece para fazer observâncias a situação dos frequentadores do fluxo, mas e os moradores que estão ansiosos, depressivos, com medo ou irritados? A maioria dos moradores já deve conhecer a “madrinha do tráfico“, uma senhora que quase todos os dias está presente na região, adentra ao fluxo e realiza diversas intervenções nos trabalhos realizados pelos órgãos públicos, inclusive demonstra total desrespeito as atividades das polícias.

Por que a lei ainda não funcionou para a “madrinha do tráfico”?

Desobedecer a ordem legal de funcionário público é crime previsto no artigo 330 do Código Penal, Desobediência. A “madrinha do tráfico” está sempre afrontando equipes policiais, desobedecendo ordens e logra êxito em retardar ações, ou seja, favorece a bandidagem e acaba servindo de distração.
A “Cracolândia” também conta com a presença do “falso profeta”, um homem que consegue perturbar dezenas de moradores com gritos desnecessários, sob o falso pretexto de fazer doações de alimentos, em contrapartida o que ninguém observou é que a boa ação do “lobo em pele de cordeiro” só tem relevância na região onde o tráfico de drogas é constante.

Ora, se aquele homem tem tanto amor no coração por que não faz um convite aos necessitados para receberem alimentos em um local um pouco mais distante de onde ocorre o tráfico de entorpecentes?
É no mínimo contraditório alimentar doentes, mas não querer que eles estejam livres da doença.

Por que a lei ainda não funcionou para o “falso profeta”?

Além das desobediências, condutas inconvenientes e perturbadoras, também é crime desacatar funcionário público no exercício da função ou em razão dela (art. 331 do Código Penal), assim como opor-se à execução de ato legal, mediante violência ou ameaça a funcionário competente para executá-lo ou a quem lhe esteja prestando auxílio é crime previsto no artigo 329 do Código Penal.

Parece que não existe supremacia do interesse público na região da “Cracolândia”

Enquanto isso, neste exato momento está ocorrendo tráfico de drogas a céu aberto no bairro Campos Elíseos.
Não há como falar em Direitos Humanos e desconsiderar os índices letalidade do crack, da cocaína, enfim, das drogas em geral, em contrapartida o Estado tem recepcionado hipocrisias como as da “madrinha do tráfico” e do “falso profeta” como atitudes altruístas, e pior, ignorado as petições dos munícipes que querem apenas o fiel cumprimento das leis.

Onde está a Polícia Judiciária?

Já que a Polícia Civil não consegue realizar um trabalho para legitimar o que todos estão vendo, crime constante de tráfico de drogas, poderia ao menos qualificar as pessoas que atuam diariamente favorecendo os traficantes.
São mais de vinte anos de “Cracolândia” e nenhum resultado plausível de investigações, caso continue dessa forma os que devem investigar é os que passarão a ser os alvos, tendo em vista a ineficiência diante de um problema tão notório.

Os lobos que estão em peles de cordeiros precisam ser desmascarados, registros de fotos e vídeos e denúncias anônimas são importantes para fragilizar a militância do mal.

Todos são iguais perante a lei e todas as vidas são importantes, por isso não pode haver tolerância com tráfico de drogas e seus simpatizantes, eles favorecem a morte e a desgraça, nem tudo que reluz é ouro.

Vitimização de bandidos não é militância de direitos, mas apenas uma forma de sensibilizar e deturpar o pensamento das pessoas para obter opinião pública favorável ao criminoso. Em outras palavras, existe um movimento praticado por pessoas que fingem estar preocupadas com os dependentes químicos, mas na verdade, comprovadamente, só tem favorecido a permanência da clientela dos traficantes, portanto urge a necessidade de intervenção policial e do Ministério Público no sentido de fiscalizar e responsabilizar todos que, de alguma forma, colaboram com o ilícito praticado naquele local.

E o problema é maior do que podemos imaginar, cada “personagem” tem figuras públicas e agentes políticos dando suporte as suas ações.

  • O Ajuda SP Centro está fiscalizando e tomando as providências cabíveis junto aos órgãos pertinentes e assim que obter os resultados esperados dará publicidade.

Aqueles que discordam que naquela região há uma ação de uma organização criminosa, envie um vídeo para o Ajuda SP Centro com uma filmagem adentrando ao fluxo e mostrando tudo que ocorre em seu interior para que possamos divulgar, se possível faça o registro junto de policiais para garantir a veracidade.
A transparência é o princípio da justiça!

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