Escola Estadual João Kopke – O símbolo do abandono e decadência moral no bairro Campos Elíseos

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A Escola Estadual João Kopke, localizada na Alameda Cleveland, 331, é sucessora do antigo Grupo Escolar da Alameda Triunfo que foi fundado no ano de 1900 e posteriormente, em 1926, passou a ser denominado Grupo Escolar João Kopke. Sua estrutura certamente conduz os moradores mais antigos a um passado repleto de saudades, a julgar pelo fato de que atualmente ostenta um cenário tenebroso, decadente e humilhante para todos aqueles que têm amor pela educação e pelo conhecimento.

O lugar que, em tese, deveria ser referência de cidadania para seus frequentadores, passou a ser símbolo da força de um poder paralelo, uma demonstração de que a democracia está sendo atacada por marginais e, indiretamente e de forma subjetiva, por ideologias que desfavorecem os objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil.

Escola é frequentemente vandalizada

Ao parar em frente a escola, observando sua estrutura decadente, imunda e com aspecto de abandono é impossível de acreditar que ali há algum compromisso com a educação.

Se todas as escolas alcançarem o nível de ruína em que está a E.E João Kopke, o Brasil estará condenado ao fracasso, jamais atingirá os objetivos de construir uma sociedade livre, justa e solidária, de garantir o desenvolvimento nacional, de erradicar a pobreza, a marginalização ou de reduzir as desigualdades.

“João Kopke” atualmente retrata o resultado do desprezo pelo princípio da legalidade.

 

A educação foi alvo de um revanchismo político, oportunistas tomados por sentimentos ideológicos e políticos pregam a liberdade desregrada como evolução para educação, pode-se tudo e a norma é explanada como direitos, mas nunca como deveres.
Há deturpação da ciência através de discursos distorcidos a respeito de direitos e liberdade.

  • Uma educação contaminada por profissionais envaidecidos em pronunciar ideias que essencialmente tem suas analogias ligadas a pessoas como Fidel Castro, Che Guevara, Mao Tsé-Tung, Lenin e às revoluções comunistas, uma verdadeira confissão de estupidez.
  • Ignoram sangues inocentes que foram derramados pelos tiranos, mas fazem discursos humanitários para justificar crimes e criminosos.
  • Gente que acredita cegamente em Paulo Freire, em contrapartida não analisa, de forma imparcial, os resultados catastróficos que a educação vem apresentando.
  • Endemonizam a prática da autoridade do professor e da família, porém são os mesmos que defendem que toxicômanos são vítimas da negligência social e são favoráveis ao pagamento de prestações alimentícias para filhos maiores de dezoito anos.

Na Alameda Cleveland, 331, há um prédio aparentemente abandonado, grades que foram avariadas, algumas subtraídas, ambiente tomado pelo odor de fezes e urina, local de onde, por vezes, saem alguns jovens xingando, gritando e até com cigarros de maconha  em suas bocas.

Usuários da Cracolândia furtam as grades da escola

Dizem que é uma escola!
Onde estão as pessoas comprometidas com a educação?
Como o método freiriano para solucionar a questão? (talvez o problema seja o próprio método)
Onde estão os estudantes revolucionários, empenhados e motivados que fizeram mobilizações ocupando a escola nos anos de 2015 e 2016?
Talvez estejam na “Marcha da maconha”!
Dano ao patrimônio público é crime.
Adquirir, guardar, ter em depósito, transportar ou trazer consigo, para consumo pessoal, drogas ilícitas é crime.

 

É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, portanto não prospera alegação de que é normal menores transitarem ou permanecerem junto a toxicômanos e expostos as atrocidades que ocorrem na Cracolândia.

A Polícia Militar tem o dever de garantir a segurança da E.E João Kopke.
Não há justificativa para tamanha imoralidade, a Secretaria da Educação tem o dever de adotar providências e os profissionais da educação têm o dever ético e moral de, no mínimo, sugerir ou promover medidas saneadoras para o caso.

Cada grade subtraída, cada menor circulando próximo a traficantes e cada indivíduo que adentra a escola para praticar atos que não condizem com o local é um tapa na cara da sociedade, um desafio a soberania do Estado.

As fezes que estão ao redor da escola fedem menos que a inércia dos responsáveis.
O comandante do 13º Batalhão da Polícia Militar de São Paulo também está em débito com os moradores do bairro, deixou a escola ser destruída e finge não saber do ocorrido.

Todos temos uma porção e culpa. Não é sobre posicionamento político ou ideológico, o Ajuda SP Centro é desfavorável a tudo que leva a cidade ao retrocesso.

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